segunda-feira, 30 de maio de 2011

Quem sou eu? 2011

E se eu tentasse me apresentar de acordo com minhas experiências? “O homem é produto do meio” já dizia Karl Max, então lhe apresentarei o que vivi, e você que tire sua conclusão sobre quem sou. Mas quais seriam tais experiências que me moldaram? Citarei aquelas que julgo de maior importância.

-Senti prazer em ler um livro, pela primeira vez, quando estava no primeiro ano do ensino médio, o nome do bendito era “Quem tem medo de escuro” seu autor? Sidney Sheldon. Influência direta de minha mãe, e a mágica aconteceu, eu me apaixonei pela leitura, e sem ela, duvido muito que este blog existiria.

-Meu primeiro beijo foi no segundo ano do ensino médio, sem arranjos, sem pressão. Sei que tive grande parte dos méritos por ele ter acontecido do jeito que foi, e sinto muito orgulho disso, diferente de grande parte das pessoas, meu primeiro beijo não foi nenhum um pouco “estranho”, pelo contrario, foi surpreendentemente bom, e sempre vou lembrar com carinho do momento. (Falo isso porque já ouvi pessoas dizendo que não gostaram, ou então que realmente foi ruim)

-Quando criança, em um dia que visitei meu primo de Goiânia, ele me perguntou: “Você sabe multiplicar?” E eu não sabia. Tive então meu primeiro desafio intelectual. Resultado? Até hoje posso dizer que adoro matemática, mesmo com o cálculo no meu caminho. Essa eu devo ao tal primo, e a um pequeno quadro negro que tinha, antes mesmo do “pré”. (Méritos também ao primo pelo meu vício em seriados e animes, ele que apresentou os meus primeiros. Televisão não conta nesse caso.)

-Futebol é pleonasmo, sou viciado no meu time do coração, o Palmeiras, e faço questão de deixar isso claro a todo que conheço. O legal é saber exatamente quando essa paixão virou coisa séria. Foi em 2002 e o time tinha acabado de ser rebaixado, foi a primeira vez que me ofendi com futebol, e me senti na obrigação de entender melhor para poder responder as provocações de um são-paulino chato demais.

-Poderia citar um gremista importante ai, família, amigos, uma cachorrinha linda, bicicleta, caminhada, natação, xadrez, sinuca, preguiça, alguns amores platônicos, vestibular, inimigos declarados e atos políticos, mas, sem pormenores, só essa pincelada básica está bom para uma idéia.

-E como eu não deixaria faltar, o ultimo e mais marcante acontecimento dos últimos anos. E esse fato pode ser resumido em uma única frase: “Quero sim...” foi a resposta a uma pergunta nem um pouco simples que fiz. E foi, sem duvida nenhuma, o momento mais feliz de minha vida, que deu sentido a todos os seus antecessores. Hoje vivo sorrindo, me sinto completo, e aqueles que me conhecem percebem isso só de olhar para a minha cara. E quer saber? Eu a amo, amo verdadeiramente, amo sinceramente, sem comparações ou exemplos, pois sei que sentimento assim só se encontra uma vez na vida. Ah! Minha intrigante, eu te amo.

Bem, ou mau, é isso ai. Já tinha um tempo que não escrevia sobre minha própria e única pessoa! É bom um pouco de auto-reflexão de vez em quando, eu aconselho! Um abraço!

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Que dó, que dó, que dó, que dó!!!



Certo dia, depois de um frustração no vestibular, cogitei a possibilidade de me tornar professor, iria pra um curso fraquinho ai, a tal da matemática, me formaria e viveria de dar aulas...

Mas por uma eventualidade misturada com um tanto de ignorância isso acabou não acontecendo, e quarta feira estava me lembrando dessa época, me deu até vontade de rir. Ainda bem que eu desisti logo dessa hipótese!

Não, não estou desmerecendo os professores, pelo contrário, estou exaltando os mesmo, ser professor é muito mais difícil do que ser um soldado, agüentar um bando de muleques chatos e mal educados que não fazem a menor questão de aprender, ou então ter que suportar os puxa sacos burros de dar dó com perguntas óbvias nos momentos mais inoportunos, do tipo:

“Mas aqui no livro está a+b e não b+a... Tem algum problema?”

Ou qualquer outra bizarrice, quem nunca esteve presente no momento em que esse tipo de pergunta foi formulada, que atire a primeira pedra! No mínimo eu ignoraria o animal na hora da pergunta, aposto que seria demitido na primeira semana.

Mas sabe o que é realmente pior? Ver esse tipo de pergunta em uma faculdade, em um curso de exatas! (Porra! Se não sabe nem o básico, como você passou na bosta do vestibular sua mula?) E além de ouvir a pergunta você acaba tendo que presenciar a resposta, junto com a cara de pena do professor para seu interlocutor...

Que dó, que dó, que dó, que dó! E como eu sou um abençoado na minha sala posso apontar facilmente para três (Será que alguém ai arrisca os nomes? kkk) benditas almas que se comportam dessa maneira.

Professor sofre muito!